Os passarinho só podem sair da árvore quando estão prontos para assumir o voo que os libera. A árvore não os prende, o céu não os prende, é em seu interior que está a força da liberdade, a explosão e a coragem pelo desconhecido. Sua natureza é voar, e eles sabem que não ha alternativa e fuga, apenas adiam esse momento, e até ali, seu coração tenro bate velozmente, para se transformar numa estrela dos céus...
Ninguém pode assumir teu voo, tu és a liberdade omnipresente, a Paz nunca nascida. Arvore e céu então dentro de ti, e tu decides esse reencontro. Enquanto buscas a liberdade no mundo, receias o teu próprio voo, atemporal e silencioso.
Helder Santos (Akshara)

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