domingo, 14 de fevereiro de 2016


"...A liberdade é o Ser, atemporal e impessoal. Resumir a liberdade a um estado pessoalmente confortável, é acreditar que a mente a poderia medir numa limitação de começo e fim. A liberdade é infinita e ilimitada. Adjetiva-la a um conceito, é já criar-lhe grilhões, desviando-a de sua naturalidade. Assim, essa liberdade não é de nenhum mundo, e nenhuma pessoa, mesmo estando no núcleo de todos como Vida. Esse núcleo invisível e atemporal é o Ser, e ali é a porta ilimitada, a única porta que dissolve qualquer grilhão, o Coração do Coração...
Tu és Buda, a consciência Una dessa Liberdade, apenas podes ainda não reconhecer, por apego à limitação dos objetos e pensamentos, dando-os como realidade, onde buscas a liberdade segura para uma pessoa que acreditas-te ser. Enquanto acreditas ser um objeto pensante, não vês a Vida que lhe dá Vida, a unidade do Ser, tu e eu, e todos, e tudo, sem adjetivos..."

Akshara

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