"...tua serenata ao rasgar os céus,
me foi cálice, água e fogo,
e nem o derramar de lágrimas
dos cansados pés ao encontro dos teus,
apagou o braseiro que acendia o mar,
no sufoco da verdade de amar...
...te sou eterna contemplação,
te sou fogueira, pão e vinho,
neste teu corpo coberto de linho,
onde és vida e bater do coração,
meu pai, te sou filho e ressurreição...
...nada sou neste fumo de incenso,
...nada sou... além de teu silêncio..."
Nadhaji

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