Sendo os pensamentos relativos, passageiros, o mundo visto pelos olhos desta mente é relativo, logo, não pode ser real...
O que quer que se pense em relação ao outro e no âmbito desta relatividade, é falso, com suas bases na ilusão da percepção de duas coisas diferentes...
Sendo o Um, para aqueles que vivem dentro da relatividade, o coração uníssono ao eterno absoluto, além do relativo e suas imagens, qualquer pensamento separativo baseado nos sentidos e formas, é dado como uma fraude, logo, descartado e rejeitado. O medo que o pensamento invoca, baseado no desconhecimento além da relatividade, é o medo da Vida do Coração ilimitado, é o medo da morte de sua relatividade, de suas criações ilusórias, medo, portanto, do Amor Infinito...
Uma mente aberta não é aquela que se abre a mais informações ou conhecimento dentro do relativo, mas sim aquela que tem como único marcador descartar toda a relatividade e sua criação, se fundindo, portanto, ao ilimitado, se desdobrando no desconhecido. Mesmo ela não tendo lugar fixo neste desconhecido, não tendo função como ferramenta nas frequências mais elevadas, ela se abre a sua própria destruição, se diluindo nos mares da vida unificada...
Quando no silêncio ela se entrega ao que seu software não alcança, a luz do alto, além de qualquer esfera relativa, a ilumina na imensidão do ilimitado.
Sendo o mundo uma projeção holográfica mental, e o coração átmico o Ser, eterno e ilimitado, o desdobramento de toda a imagem mental e sua irrealidade, apenas tem seu termino na realidade do que nunca se moveu e sua ilimitação, o silêncio do Coração...
Helder Santos (आग दिल)

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