O passado é como uma nuvem ao qual te identificas-te por habituação e medo de a perder. Ela já não existe realmente, é apenas a visão que a faz manter na tela da mente, criando um véu para a luz sem reflexo que está sempre presente. Quanto perdes a percepção destes estados viciosos, a visão é clara, na verdade não é uma visão, não é um estado, mas uma amplitude da presença unificada, sem tempos e identificações, enfim, a liberdade sem visões...
Helder Santos (Akshara)

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