O que És não pode ser visto, este é o paradoxo no qual o Eu não aceita, ele quer compreender o incompreensível, e anda em círculos, estudando, numa vontade de se curar, amontoado em terapias e técnicas, e esta vontade é uma prisão...
Este posicionamento fica na periferia de um querer do reflexo, uma vontade do personagem, e a pergunta é uma só, se estás disposto a perder o que sonhaste, para viveres lucidamente em Graça, o Ser Divino que És...!?!
Somente a renuncia à imaginação do personagem tu encontras a simplicidade que nunca saio de ti.
Tu sabes que és Aquilo, então porque não entras diretamente na porta desse Fogo ardente que dissolve o sonho?
...as portas estão abertas, nem precisas bater nessa porta, o Amor da Unidade já te a abriu...
A unica Sadhana é a quietude plena para esse reencontro...
Helder Santos (Akshara)

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