Para este coletivo, naquele que convive mais próximo, ou ao que do outro lado do mundo vive em mim em equanimidade, não desejo nada em quadra nenhuma, nem em movimentos que saiam do que é a simplicidade da presença. O desejo vem da pessoa e da sensação de separação. Se algum sopro que de mim possa emergir, é além da esperança e além de bem e mal, mas sim que reencontres aquele que vive em ti e em todos, como o único tocador da musica da unidade cristalina, que pela sua brancura, isento do que não é real, encerra aquilo que foi uma cena de teatro de um amor travestido, para o verdadeiro sentir, o verdadeiro amor, que transcende qualquer objeto ou dimensão, mesmo para aqueles os mais cegos, tal a graça da dança...
A todos os irmãos e centelhas deste canto de universo, um aqui e agora com alegria e acolhimento amoroso...
Paz
Helder Santos (Akshara)

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