terça-feira, 27 de setembro de 2016


"...o próprio fragmento a que te agarras, ligado ao antagonismo, à experiencia mental de uma historia, pede que o soltes. 
Ele próprio em sua limitação, se auto-renuncia no momento que em amor é observado, pois nada lhe resta se não o vento da misericórdia. O desaparecer perante ele, é já alinha-lo ao oceano unitário, isento de qualquer fragmento antagônico...
O Ser é sem historia, sem praias, mesmo que as viva, ele é a vida de todas as águas, e este fragmento se reúne ao essencial no momento em que é solto, sendo visto apenas como ele é, não por uma vontade, mas aquiescendo á Graça da ilimitação do Ser, ao Agora atemporal, ao Coração de toda a Unidade..."

Nadhaji

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